domingo, 1 de setembro de 2019

Uma história como outra qualquer


Uma história como outra qualquer
             (Primeira versão)

Maria é filha da desigualdade social.
Maria é órfã de mãe e seu pai tornou-se alcoólatra desde que ficou viúvo. Maria tinha apenas 10 anos de idade e teve que cuidar da casa, do seu pai e de seus irmãos. Quando Maria completou 18 anos seu pai morreu de cirrose e seus irmãos seguiram estrada afora em busca de um destino melhor.
Maria ficou sozinha se casou com o seu vizinho e teve cinco filhos. Um bom homem, um faz de tudo, que de tanto fazer  de tudo se meteu com o tráfico de drogas e acabou morrendo em um tiroteio.
Os filhos de Maria ficam órfãos de pai e pobres. Maria pede a Deus que leve seus filhos. Deus não ouviu o desespero de Maria e ela acaba se casando com o padeiro da rua. Agora seus filhos podiam ser felizes e comer todos os dias. Maria trabalha de diarista para completar o orçamento.
O tempo passa depressa, os filhos de Maria tem dificuldades escolares e João padeiro os expulsa de casa. Ele alega que são preguiçosos e só querem comer pão de graça.
Em casa fica João, Maria e sua filha Janaína que está se tornando uma bela jovem.
O padrasto começa a se roçar na menina, afinal ela não é sua filha e sua mãe está ficando velha.
Janaína tem vergonha de falar pra sua mãe.
Certo dia, João chega bêbado, encontra Janaína sozinha e num ímpeto de desejo violenta sua enteada.
Janaína engravida do marido de sua mãe que a chama de prostituta e a expulsa de casa.
Sozinha sem ter onde morar ela procura abrigo em um “barzinho” que trabalha com as profissionais do sexo. Janaína da à luz, abandona a criança e vira prostituta.
Maria se mata e João enlouquece.

                    Uma história como outra qualquer
                               Segunda versão

Maria fica viúva com cinco filhos para criar.
Maria pede forças a Deus para poder criar seus filhos. Maria trabalha de empregada doméstica e aos domingos dá faxina para complementar o orçamento.
Maria põe seus filhos na escola e sempre repete para eles “A escola é a salvação dos pobres.”
João padeiro aparece em sua vida e ela pensa que seria bom ter um homem ao seu lado, mas ela sabe da sua fama de gostar de uma cachacinha e pensa “ pobreza + vicio= miséria”.
E Maria resolve criar seus filhos sozinha.
O tempo passa, os filhos de Maria vão crescendo e seguindo seu destino. Um trabalha de vigilante, outro de ajudante de mecânico, outro de pintor, outro de pedreiro e um se encantou pela profissão de Jesus, carpinteiro. E todos estudam à noite e sonham com novas oportunidades. E a bela Janaína? A bela filha de Maria quis estudar a mente humana e toda família se esforça para pagar a sua faculdade de psicologia.
Maria está feliz em ver sua família unida e apesar de tudo ela ainda tem muitos sonhos.
                                              Telma costa
“Desde o princípio da humanidade vemos que o Senhor nos deu o livre arbítrio de escolher. Porém o Senhor nos direciona sempre a obedecer a sua voz, porque da mesma forma que Ele dos deu a escolha certa, também nos dá a sabedoria para poder escolher da melhor maneira.”

“És livre, escolhe, ou seja: inventa.”


quinta-feira, 29 de agosto de 2019

A caixa de sapatos



                                           Livro publicado em dezembro de 2018
O livro foi feito em 2009 para o CD ‘História não tem hora’ e este ano aproveitando o trabalho de oficineira na arte da reciclagem percebi que seria o momento certo para a sua publicação.  Foi então que trabalhamos com as crianças diversas maneiras para aproveitar as caixas de sapatos que muitas das vezes ficam ocupando espaço sem utilidades ou vão para o lixo indevidamente.  ‘A caixa de sapatos’ é uma história natalina que fala sobre solidão, acolhimento, pertencimento, fé e transformação através do amor de Jesus e do nosso amor para com a nossa mãe natureza. É uma história simples e cativante.
O lançamento contou com uma tarde festiva e as crianças se divertiram com as histórias infantis e ainda ganharam o livro.
Fonte:GACC

Pombo Correio

Pombo Correio, uma história para todas as idades! Minha 16ª publicação infantil.
À venda na Escariz e no Shopping do Estudante.
Fotos registros do dia 24 de agosto na livraria Escariz- Aracaju


Dia Nacional do Voluntariado


No Brasil, o dia 28 de agosto de 1985, foi instituído como o Dia Nacional Do Voluntariado (DNV), por meio da Lei Nº. 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir desta data, as entidades que trabalham com voluntários celebram anualmente.
Segundo a definição do dicionário Aurélio, “voluntário é aquele que procede espontaneamente, sem coação, movido pela vontade própria” - explicação proveniente da etimologia da palavra latina “Voluntariu”. Pode-se dizer que o voluntário surge para suprir algum tipo de necessidade, pois se trata da pessoa que doa seu tempo e/ ou habilidade em prol de uma determinada causa, sem receber nada em troca.
Fonte: GACC/SE
 Fotos registro -28 de agosto de 2019 no Hotel Delmar



sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A Verdade e a História



A verdade e a História


A verdade visitava os homens; sem roupas e sem adornos, tão nua quanto seu nome.
E todos os que a viam viravam-lhe as costas de vergonha ou de medo e ninguém lhe dava as boas-vindas.
Assim a Verdade percorria os confins da terra, rejeitada e desprezada.
Numa tarde, muito desolada e triste, encontrou a história que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido.
- Verdade, por que estás tão abatida? – perguntou a história.
- Porque devo ser muito feia para que os homens me evitem tanto!
- Que disparate- riu a história. – Não é por isso que os homens te evitam...
- Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.
Então, a verdade pôs algumas das lindas vestes da história e, de repente, por toda a parte onde passava era bem-vinda.
Então a história falou:
- A verdade é que os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada!





                                           Grupo Hannah de Contadores de Histórias
 Dona Baratinha: eu e Adilma Pinto da ASCH - Academia Sergipana de Contadores de Histórias

terça-feira, 7 de agosto de 2018

O Macaquinho e o pai


História:

O Macaquinho e o pai


Todas as noites o macaquinho passava pra cama do pai e ficava mexendo, e pulando, e não deixava o pai dormir.

Canto: Macaquinho, sai daí (bis)
Você tem sua cama pra se deitar
Papai quer dormir
Porque você não volta pra lá?

Macaquinho - Por que eu tô com fome.

O pai macaco deu comida pro macaquinho, mas não adiantou. Depois de um tempo, já estava de novo na cama do pai.

Canto do senhor papai: Macaquinho, sai daí (bis)

Macaquinho - Tô com vontade de fazer xixi.

Cada dia o macaquinho dava uma desculpa: medo, cama apertada... até que um dia ele falou a verdade.

Macaquinho - Eu quero ficar na sua cama porque fico com saudades de você.

Aí o pai macaco entendeu. E começou a brincar com o macaquinho todas as vezes que chegava do trabalho, ao invés de só ver televisão. O macaquinho ficou todo feliz e nunca mais passou pra cama do pai. E nunca mais o pai macaco precisou cantar:

Canto: Macaquinho, sai daí (bis)
Você tem sua cama pra se deitar
Papai quer dormir
Por que você não volta pra lá?


Ronaldo Simões Coelho. Macaquinho. Belo Horizonte, Lê, 1985
Adaptação: Nick Zarvos e Bia Bedran




 




sexta-feira, 20 de abril de 2018

Felicidade e Esperança

Mais um sonho realizado!
Felicidade e Esperança, meu novo titulo, que teve seu primeiro lançamento ontem na Biblioteca Infantil de Sergipe.
 A renda foi para instituição GACC, que já é uma prática que desenvolvo com todas as minhas obras.




Foi uma tarde alegre e divertida  juntamente com as crianças do GACC e todos que compareceram.
Agradeço de coração aos patrocinadores e  todos que tiveram o carinho de comparecer.
E para registrar publicarei fotos desse maravilhoso momento de Felicidade E Esperança!