sexta-feira, 23 de maio de 2014
Jardim florido
A gente sempre pensa que o jardim do outro é mais florido do que o nosso, principalmente quando não frequentamos a casa do outro e não temos vínculos afetivos.
Eu tenho uma colega que a gente se encontra de vez em quando e sempre ela se mostra sorridente, falando das suas viagens pelo Brasil e eu sempre pensando que sua vida é uma maravilha. Recentemente ficamos conversando mais tempo do que o de costume e foi aí que ela desabafou sobre sua luta para criar seus quatros filhos, sendo que três com problemas seríssimos de saúde.
Fiquei espantada com a revelação e falei:
-E eu que pensava que seu jardim era mais florido do que o meu!
Fiquei espantada com a revelação e falei:
-E eu que pensava que seu jardim era mais florido do que o meu!
quarta-feira, 26 de março de 2014
Participação na II Maratona Potiguar de Contação de Histórias
Evento realizado por Daluzinha Avlis promovendo cultura e paz através da arte de contar histórias!
Regras de participação: Alegria, disposição,solidariedade e amor!
Parabéns Daluzinha Avilis (Embaixadora da Paz) e todos os contadores participantes!
“Contar uma história é como dar um presente de amor” (Lewis Carrol)
sexta-feira, 14 de março de 2014
Prosarte-10 anos de histórias
No dia 13 de abril,
o Grupo Prosarte comemora dez anos da sua primeira apresentação, que aconteceu
no Externato São Francisco.
Dez anos de Prosarte,dez anos de muitas histórias.Dez anos que conheci e mantenho carinho e respeito por todos que fundaram esse maravilhoso grupo de “Encantadores de histórias”Fátima Beatriz Colares José Antenor Aguiar,Acácia Soare,sAdilma Pinto,Estevão Colares,Marcia Soares ,Prof Valter de Sousa e os novos integrantes Gigi ,Gomes Cristiano,Conceição que também acreditaram e acreditam que contar histórias faz bem para mente e para o coração.
Dez anos de Prosarte.
Dez anos de amor a arte de contar e ouvir histórias.
Minhas palmas e carinho a todos que vestem a camisa Prosarte e todos que acreditaram e contribuíram com o propósito do nosso projeto-missão nos convidando para adentrar em suas instituições e corações.
Como diz o Provérbio Árabe:
"Uma mão só não bate palmas"
E como diz o dito popular "A união faz a força," e que estejamos sempre unidos!
Viva o Prosarte Contadores de Histórias!
Dez anos de Prosarte,dez anos de muitas histórias.Dez anos que conheci e mantenho carinho e respeito por todos que fundaram esse maravilhoso grupo de “Encantadores de histórias”Fátima Beatriz Colares José Antenor Aguiar,Acácia Soare,sAdilma Pinto,Estevão Colares,Marcia Soares ,Prof Valter de Sousa e os novos integrantes Gigi ,Gomes Cristiano,Conceição que também acreditaram e acreditam que contar histórias faz bem para mente e para o coração.
Dez anos de Prosarte.
Dez anos de amor a arte de contar e ouvir histórias.
Minhas palmas e carinho a todos que vestem a camisa Prosarte e todos que acreditaram e contribuíram com o propósito do nosso projeto-missão nos convidando para adentrar em suas instituições e corações.
Como diz o Provérbio Árabe:
"Uma mão só não bate palmas"
E como diz o dito popular "A união faz a força," e que estejamos sempre unidos!
Viva o Prosarte Contadores de Histórias!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Prosarte Contadores de Histórias
A arte de contar histórias começou na minha vida através do meu irmão no hospital Cirurgia,quando ele ,hospitalizado, esperando a cirurgia cardíaca, apresentou meus livros às crianças internas e pedia para que eu fizesse a leitura das histórias presenteadas, pois muitas delas não sabiam ler.
Como eu sofria de timidez fui buscar cursos para adquirir técnicas para leitura dinâmica e tive a grande sorte de ter frequentado o curso “A arte de contar historias” com o professor Valter de Souza no Senac, onde conheci pessoas maravilhosas que deram inicio ao grupo Prosarte:do qual até hoje sinto-me honrada de fazer parte.
Eu sou Prosarte!
Eu amo o Prosarte!
Eu sou Prosarte!
Eu amo o Prosarte!
domingo, 2 de fevereiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Planta da saudade
Durante dois anos após o falecimento do meu irmão chorei
todos os dias de saudades,ás vezes ficava com raiva de mim mesma e dizia “ Telma, Lico
só dava trabalho a seus pais,deixe de ser boba”.Dois meses após seu
falecimento um amigo falou que eu estava feia,envelhecida,respondi que era de
saudades do meu irmão e ninguém entendia minha saudade.
Apesar da sua problemática com o álcool e com meus pais,eu e
ele tínhamos afinidades e ele sempre procurava me agradar com pequenos
mimos,uma manga rosa,uma goiaba,um CD novo de artistas da terra,um telefonema
quando estava bebendo, às vezes vinha com uma flor,uma planta...
Como esta planta que está na frente da minha casa que
apelidei com o seu apelido “Coração de Plástico’, um título de um livro meu que
foi inspirado nele .Essa planta tem nove anos e foi um presente quando me mudei
para esta casa e desde que chegou que é frágil,dá sinais que vai morrer,mas
depois ressurge para a vida.
Se esta planta fosse gente e gostasse de ler com certeza teria este pensamento como inspiração:
“Gostaria que você soubesse
que existe dentro de sí uma força capaz de mudar sua vida, basta que lute e
aguarde um novo amanhecer.”
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