segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Escritor Carlos Tadeu


Fui amiga do escritor Carlos Tadeu (Daniel Reis) por 17 anos e nos últimos anos o visitava assiduamente e também tive o prazer de ser responsável pela produção do seu último livro publicado com o apoio dos seus valorosos irmãos.

Foi difícil selecionar as crônicas, já que o meu nobre amigo, mesmo longe dos leitores e do cenário da nossa cidade Jardim, queria privilegiar as histórias e depoimentos que faziam parte de outros momentos e vivências que talvez não despertasse mais interesse. Consegui convencê-lo declarando sua universalidade: Tadeu você tem que ser universal. Você merece!

E realmente foi o que aconteceu. O livro “A Vida é um tremendo Mistério” foi bem acolhido e muitos que o compraram declararam que este era o seu livro de cabeceira.

Sinto muito a falta do meu amigo que esta semana completa cinco anos de partida para o plano espiritual.
Paz e luz para Carlos Tadeu e gratidão por todos os bons momentos e ensinamentos obtidos juntamente com meu bom amigo.








sexta-feira, 18 de outubro de 2019

CONTAR HISTÓRIAS É TAMBÉM FAZER ACONTECER

CONTAR HISTÓRIAS É TAMBÉM FAZER ACONTECER

Contar histórias é ser instrumento educativo.
Contar histórias é despertar prazer e alegria no contato com o mundo dos livros.
Contar histórias é uma maneira de conhecer novas pessoas e fazer novos amigos.

Com os contadores Adilma Pinto, Rogger e Marize Soares(Professores Master)
Contar histórias é despertar o gosto pela leitura.
Contar história é transmitir conhecimentos.
Contar histórias é uma forma de nos religar ao passado.
Porque a vida é um mundo repleto de histórias.
Realmente, é verdade: CONTAR HISTÓRIAS É FAZER ACONTECER. Vamos fazer acontecer?


sábado, 12 de outubro de 2019

Semana da Criança -2019

                                             Em Tobias Barreto com a turma da Maricota
                                         "São as crianças,que sem falar,
                                          nos ensinam as razões para viver.
                                          Elas não tem saberes a transmitir.
                                    No entanto elas sabem o essencial da vida."
                                                           Rubem Alves
                                                        
No Instituto Dom Fernando Gomes com a escritora Adilma Pinto e Estevão Colares(grupo Hannah)
Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história.




domingo, 1 de setembro de 2019

Uma história como outra qualquer


Uma história como outra qualquer
             (Primeira versão)

Maria é filha da desigualdade social.
Maria é órfã de mãe e seu pai tornou-se alcoólatra desde que ficou viúvo. Maria tinha apenas 10 anos de idade e teve que cuidar da casa, do seu pai e de seus irmãos. Quando Maria completou 18 anos seu pai morreu de cirrose e seus irmãos seguiram estrada afora em busca de um destino melhor.
Maria ficou sozinha se casou com o seu vizinho e teve cinco filhos. Um bom homem, um faz de tudo, que de tanto fazer  de tudo se meteu com o tráfico de drogas e acabou morrendo em um tiroteio.
Os filhos de Maria ficam órfãos de pai e pobres. Maria pede a Deus que leve seus filhos. Deus não ouviu o desespero de Maria e ela acaba se casando com o padeiro da rua. Agora seus filhos podiam ser felizes e comer todos os dias. Maria trabalha de diarista para completar o orçamento.
O tempo passa depressa, os filhos de Maria tem dificuldades escolares e João padeiro os expulsa de casa. Ele alega que são preguiçosos e só querem comer pão de graça.
Em casa fica João, Maria e sua filha Janaína que está se tornando uma bela jovem.
O padrasto começa a se roçar na menina, afinal ela não é sua filha e sua mãe está ficando velha.
Janaína tem vergonha de falar pra sua mãe.
Certo dia, João chega bêbado, encontra Janaína sozinha e num ímpeto de desejo violenta sua enteada.
Janaína engravida do marido de sua mãe que a chama de prostituta e a expulsa de casa.
Sozinha sem ter onde morar ela procura abrigo em um “barzinho” que trabalha com as profissionais do sexo. Janaína da à luz, abandona a criança e vira prostituta.
Maria se mata e João enlouquece.

                    Uma história como outra qualquer
                               Segunda versão

Maria fica viúva com cinco filhos para criar.
Maria pede forças a Deus para poder criar seus filhos. Maria trabalha de empregada doméstica e aos domingos dá faxina para complementar o orçamento.
Maria põe seus filhos na escola e sempre repete para eles “A escola é a salvação dos pobres.”
João padeiro aparece em sua vida e ela pensa que seria bom ter um homem ao seu lado, mas ela sabe da sua fama de gostar de uma cachacinha e pensa “ pobreza + vicio= miséria”.
E Maria resolve criar seus filhos sozinha.
O tempo passa, os filhos de Maria vão crescendo e seguindo seu destino. Um trabalha de vigilante, outro de ajudante de mecânico, outro de pintor, outro de pedreiro e um se encantou pela profissão de Jesus, carpinteiro. E todos estudam à noite e sonham com novas oportunidades. E a bela Janaína? A bela filha de Maria quis estudar a mente humana e toda família se esforça para pagar a sua faculdade de psicologia.
Maria está feliz em ver sua família unida e apesar de tudo ela ainda tem muitos sonhos.
                                              Telma costa
“Desde o princípio da humanidade vemos que o Senhor nos deu o livre arbítrio de escolher. Porém o Senhor nos direciona sempre a obedecer a sua voz, porque da mesma forma que Ele dos deu a escolha certa, também nos dá a sabedoria para poder escolher da melhor maneira.”

“És livre, escolhe, ou seja: inventa.”


quinta-feira, 29 de agosto de 2019

A caixa de sapatos



                                           Livro publicado em dezembro de 2018
O livro foi feito em 2009 para o CD ‘História não tem hora’ e este ano aproveitando o trabalho de oficineira na arte da reciclagem percebi que seria o momento certo para a sua publicação.  Foi então que trabalhamos com as crianças diversas maneiras para aproveitar as caixas de sapatos que muitas das vezes ficam ocupando espaço sem utilidades ou vão para o lixo indevidamente.  ‘A caixa de sapatos’ é uma história natalina que fala sobre solidão, acolhimento, pertencimento, fé e transformação através do amor de Jesus e do nosso amor para com a nossa mãe natureza. É uma história simples e cativante.
O lançamento contou com uma tarde festiva e as crianças se divertiram com as histórias infantis e ainda ganharam o livro.
Fonte:GACC

Pombo Correio

Pombo Correio, uma história para todas as idades! Minha 16ª publicação infantil.
À venda na Escariz e no Shopping do Estudante.
Fotos registros do dia 24 de agosto na livraria Escariz- Aracaju


Dia Nacional do Voluntariado


No Brasil, o dia 28 de agosto de 1985, foi instituído como o Dia Nacional Do Voluntariado (DNV), por meio da Lei Nº. 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir desta data, as entidades que trabalham com voluntários celebram anualmente.
Segundo a definição do dicionário Aurélio, “voluntário é aquele que procede espontaneamente, sem coação, movido pela vontade própria” - explicação proveniente da etimologia da palavra latina “Voluntariu”. Pode-se dizer que o voluntário surge para suprir algum tipo de necessidade, pois se trata da pessoa que doa seu tempo e/ ou habilidade em prol de uma determinada causa, sem receber nada em troca.
Fonte: GACC/SE
 Fotos registro -28 de agosto de 2019 no Hotel Delmar