A menina ordenhou a vaca para vender o leite. Enquanto caminhava, em direção ao mercado, ia sonhando... Depois de vender o leite, com o dinheiro, compraria uma galinha. Esta, com certeza, botaria os ovos que ela venderia para comprar um vestido azul. Ficaria tão bonita que se casaria com um lindo príncipe, o qual a levaria para morar no castelo lá no alto da colina. Entusiasmada, a menina olhou para a colina e pimba!, tropeçou numa pedra: o balde virou e não sobrou nem uma gota de leite.
A menina começou a chorar por ter perdido o seu sonho. De repente, surgiu uma mulher bem velha que falou assim:
— Não chore, menina, porque chorar não resolve nada. Se quiser o seu sonho de volta, comece tudo de novo. Mas, dessa vez, preste atenção na pedra...
Nem deu tempo de a menina responder e a velha já havia desaparecido. Então a menina voltou para casa e, na manhã seguinte, começou tudo de novo: ordenhou a vaca para vender o leite. Só que, desta vez, ela estava mais atenta. Desviando da pedra no caminho conseguiu chegar ao mercado, onde vendeu o leite.
Com o dinheiro da venda, a menina comprou uma galinha. A galinha, como era o esperado, botou muitos ovos, que ela também vendeu e assim pôde comprar o lindo vestido azul.
Então, de vestido novo e olhar ansioso, ficou na janela, esperando o príncipe... Porém, nada de ele chegar. De repente, a velha surgiu novamente e disse:
— Vá até a colina que o príncipe precisa de ajuda. Ele também não viu a pedra e caiu do cavalo.
A menina saiu correndo para socorrer o príncipe. Ele estava muito machucado. A menina levou-o para a casa dela, onde o tratou com o maior carinho. Quando o príncipefinalmente sarou, estava tão encantado com a menina que a pediu em casamento.
Toda feliz, porque também se apaixonara pelo príncipe, a menina aceitou o pedido. Pôs de novo o vestido azul. O príncipe, radiante, colocou-a na garupa do seu cavalo e foram em direção ao castelo... O príncipe, muito sonhador, e totalmente distraído, ia fazendo planos para o futuro... mas a menina prestava atenção.
Encontraram várias pedras no caminho, porém a menina sempre fazia como a velha havia ensinado. Ela era tão velha quanto o mundo e sabia das coisas – principalmente do que é feito um sonho!
O príncipe e a princesa foram muito felizes. Eles descobriram que, na vida, o mais importante é jamais desistir.
(NICOLELIS, G. L. Eu tropeço e não desisto. São Paulo: Moderna. 2002. pp. 4 – 31)
A leitura é considerada a atividade mais importante para desenvolver no leitor a sensibilidade, a memória, a imaginação. É por meio do contato com o livro que ele adquire vocabulário e conhecimento para fazer sua própria leitura do mundo. É essencial estimular o leitor com livros adequados ao seu nível de compreensão leitora. O papel do professor é habilitar o leitor para uma boa leitura do contexto, do mundo. E o objetivo da Editora Moderna é contribuir com literatura de qualidade.
Fátima Beatriz e Estevão Colares (Grupo Hannah contando "Eu Tropeço e Não Desisto")
Terapia do Riso - É largamente difundida – e aceita – a tese de que o estado de espírito do paciente influencia na recuperação de doenças. Casos de depressão, estresse e diabete vêm sendo tratados com muitas risadas, várias vezes ao dia. A técnica é rir alto e, em alguns casos, gritar em grupo durante um período. Os médicos acreditam que o riso ajuda também no tratamento de ansiedade e hipertensão. Como? Ao movimentar os 40 músculos da cabeça e do pescoço no ato de rir, a circulação sanguínea e a respiração se aceleram, aumentando a oxigenação de todo o organismo e liberando descargas de adrenalina e endorfina, substância que proporciona um efeito analgésico e terapêutico e pode ser usada em casos de alergia, cefaléia e artrite.
“Quando começamos a praticar o rir e o sorrir, ficamos muito mais bonitos. E vocês não imaginam a quantidade de alegria que irradiamos e atraímos quando estamos com os olhos brilhantes, pulsando a alegria que vem da alma, portanto mais bonitos.
Começamos achando que nossa risada é sem graça, é amarela, é insossa, é fraca, é dispensável, é ridícula, e blá-blá-blá. Hemorragia hilariante.
Tudo é uma questão de praticar, que rapidamente o nosso risômetro volta a ser forte, sadio e contagiante, como era quando crianças espontâneas.” Fonte:www.docelimao.com.br
Estela e Serafim no hospital HUSE com a atuação do contador de histórias Antenor Aguiar e a bibliotecária do HUSE Madalena Santos.
Minha mãe estava impaciente e eu falei:- Minha mãe pinte Estela e Serafim para eu contar a história no HUSE. Ela amou minha ideia e logo entrou em plena atividade.
“Não se trata de pintar a vida, trata-se de fazer
viva a pintura”.
Este ano já fazem vinte anos que bato a porta de escolas e pequenas empresas para o apoio do meu projeto de distribuição de livros de minha autoria para as crianças menos favorecidas, e graças a Deus sempre recebi colaboração e credibilidade. Mas, este ano, por conta da crise econômica, pensei que nada conseguiria, e para minha grande surpresa, as portas se abriram divinamente. DI-VI-NA-MEN-TE. Então registro meus sinceros agradecimentos a todos que prestigiam e colaboram com o meu trabalho e em especial aos Colégios COC, Santa Chiara, Criativo e Liceu de Estudos Integrados, ao Espaço Encanta -Espaço Infantil e Espaço Vital-Dr Edvan. O meu carinho e meu muito obrigada as bibliotecárias Claudia Stocker e France Mabel Fernandes, ao ilustrador Isaias Marinho Antonio, a revisora Márcia Lisbôa e a querida contadora de histórias Daluzinha Avlis. Minha sincera gratidão a todos que contribuíram e contribuem direta e indiretamente com o meu trabalho de escritora e contadora de histórias. O meu carinho e gratidão a Deus, aos anjos e ao Universo que conspira ao meu favor... AMÉM!AMÉM!